LOCAIS DOS CONCERTOS



CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE COIMBRA

CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE COIMBRA


O Conservatório de Música de Coimbra é um estabelecimento público do Ensino Especializado da Música. Iniciou a sua atividade letiva em Fevereiro de 1986, no edifício da Cerca de S. Bernardo, na Ladeira do Carmo, cedido pela Câmara Municipal de Coimbra. Em Outubro de 1987, por cedência da Junta Distrital de Coimbra, mudou-se para o edifício da antiga Maternidade, à Sé Velha, tendo utilizado, mais tarde, Nos as instalações do Instituto de Coimbra, na sequência de um protocolo celebrado com o mesmo Instituto e com a Universidade de Coimbra.

Sedeado em Coimbra, mas exercendo a sua ação sobre toda a Região Centro – diretamente, ou através das Escolas de Música na sua dependência pedagógica – o Conservatório de Música de Coimbra norteia a sua atividade pelos seguintes princípios:
• Promover a aprendizagem, prática e fruição da Música na cidade de Coimbra e na Região Centro.
• Contribuir para a formação integral dos seus alunos, como cidadãos e como músicos.
• Promover a dignificação profissional e formação do seu pessoal docente e não docente.

Neste espaço de onde nascem sonhos e artistas irão celebrar-se os 40 anos de carreira de António Capelo e decorrerá o recital de Piano do internacional Lucas Thomazinho.

MUSEU MACHADO DE CASTRO


O Museu Nacional de Machado de Castro é um dos mais importantes museus de Belas-Artes de Portugal e será palco para a apresentação dos vencedores do concurso Culturxis a 26 de Novembro.

Aberto ao público desde 1913, ocupa os edifícios que, do século XII ao século XVIII, se foram construindo para residência episcopal e, em meados do séc. XX, se adaptaram à função museológica. São notáveis os vestígios do claustro do período “condal” (c. 1100-c. 1140) e o criptopórtico datado do séc. I que constitui a mais importante construção romana conservada em Portugal.

CASA MUSEU BISSAYA BARRETO


Datada da segunda década do século XX, situa-se numa zona central da cidade, e foi a residência do Prof. Bissaya Barreto (eminente catedrático de Medicina da Universidade de Coimbra, médico cirurgião, humanista e filantropo, referência maior da história da assistência e medicina social em Portugal.), sendo ainda sede do Centro de Documentação Bissaya Barreto. Do seu recheio, mobiliário, pintura, escultura, pratas, faianças, tapeçaria, destacam-se um vasto conjunto de azulejos portugueses, porcelanas da Companhia das Índias e pintura contemporânea portuguesa.

Este espaço será o palco do Recital de Piano e Violoncelo de Alfonso Benetti e Mikos Korsakov.

SÉ VELHA


A velha Catedral conimbricense, ponto fulcral para o
 desenvolvimento urbanístico da parte alta da cidade, é um espaço de confluência de várias ruas da velha Coimbra sendo, na sua essência, um precioso documento da arte românica e renascentista em Portugal

Edificada no século XII,  inscreve-se no Românico afonsino da cidade, que corresponde, grosso modo, ao reinado de D. Afonso Henriques, período de maior esplendor das oficinas românicas, e sofreu, ao longo dos tempos, várias e vultuosas
 intervenções.

Considerada uma jóia do Românico português, é a única catedral portuguesa construída na época da Reconquista cuja estrutura chegou intacta até à actualidade.

É neste ambiente que decorrerá o Concerto de encerramento do centenário do nascimento do compositor e padre Manuel Faria.

MOSTEIRO DE SANTA CLARA A VELHA


Fundado em 1283, por D. Mor Dias, o Mosteiro de Santa Clara de Coimbra foi entregue às freiras clarissas pouco depois. Dona Isabel de Aragão, a Rainha Santa Isabel, interessou-se pelo convento, entretanto extinto, e mandou construir novos edifícios em estilo gótico, de que se destacam o claustro e a igreja, sagrada em 1330. Desde os seus primórdios, sempre teve uma difícil convivência com as águas do Mondego. A deterioração das suas condições de habitabilidade devido a sucessivas inundações conduziu à construção, por iniciativa de D. João IV, de um novo mosteiro apelidado de Santa Clara a Nova, sendo o original apelidado de Santa Clara a Velha.

Recentemente submetido a obras de revalorização que descobriram um vasto manancial de vestígios arqueológicos, este monumento nacional inclui agora um centro interpretativo que revitalizou o espaço e a sua história.

Neste espaço cheio de historia decorrerá o concerto de música contemporânea pelo grupo Entre Madeiras Trio.

CONVENTO DE SÃO FRANCISCO


O Convento de São Francisco foi fundado em inícios de Seiscentos, tendo sido ocupado pela ordem de São Francisco até ao século XIX, aquando da extinção das Ordens Religiosas.

A partir daqui o Convento viria a assumir outras funcionalidades, tendo ao longo da sua história, servido de hospital e quartel, e acolheu uma importante unidade fabril têxtil. Adquirido pela Câmara Municipal de Coimbra, o edifício foi recuperado e assume a sua nova vocação de Centro Cultural e de Congressos, sendo um novo espaço central da cultura e dinamismo Conimbricense.

Neste espaço que une o passado e o futuro, decorrerão os concertos do grupo Alma de Coimbra e a exibição da Criação de Haydn pelo Coro Sinfónico Inês de Castro.

SÉ NOVA DE COIMBRA


Inicialmente, a Sé Nova de Coimbra terá sido a Igreja do Colégio dos Jesuítas ou o Colégio das Onze Mil Virgens, instalado em Coimbra no ano de 1541, com construção iniciada em 1547, sob o projeto do arquiteto oficial dos jesuítas de Portugal, Baltazar Álvares, sob influência do Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa. Acredita-se que tenha sido o primeiro colégio jesuítico em todo o mundo, sido célebre pelo alto rigor de ensino e por onde passaram muitos evangelizadores, tal como o Padre António Vieira que, tal como ele, espalharam a doutrina cristã nas novas conquistas dos portugueses.

Com a expulsão dos jesuítas pelo Marquês de Pombal, em 1759, deu-se a transferência da sede episcopal de Coimbra da velha Sé românica para a ampla igreja jesuíta, em 1772. Extinguiu-se a Companhia de Jesus em Portugal, sendo os edifícios entregues à Universidade e ao Cabido.

É neste espaço que se irão celebrar os 25 anos de Carreira de Paulo Bernardino.